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terça-feira, 1 de abril de 2014

CAIRO: CONHEÇA ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE A CAPITAL EGÍPCIA

CAIRO

A maior capital da África, numa metrópole exótica, ruidosa e caótica. Hoje, a fascinante cidade também abriga cem mil anos de cultura árabe. Os três portões originais do Cairo, chamados: Portão Zuweila (construído em 1091), Portões Al-Foutouh e Al-Nasr.

O Mercado de Khan el Khalili data do final do século XIV, é o maior bazar de rua oriental do mundo!

Museu Egípcio do Cairo

Museu Coptic: contém uma coleção rara de antigüidades das primeiras comunidades cristãs do mundo.

Museu de Arte Islâmica: é considerado o maior museu do Oriente Médio. Contém 80 mil antigüidades artísticas, e espaços de exposição de tecidos, moedas raras de ouro e de prata, e medalhas reais. Possui uma biblioteca contendo tudo o que foi escrito sobre a história da civilização islâmica.

Dr. Ragab Papyrus Institut: O professor Hassan Ragab, ex-embaixador do Egito, fundador e presidente do Instituto Papyrus – Hagab, passou mais de 10 anos de sua vida tentando descobrir os segredos da fabricação do papel de papyrus dos egípcios antigos. A técnica na fabricação dos papyrus, assim como os produtos à venda, são feitos por artistas, patenteados e garantidos pelo governo. O instituto que leva seu nome é também o maior museu flutuante do mundo e encontra-se sobre o Nilo próximo ao hotel Sheraton.

Estátua de Ramsés II

A estátua ocupa uma parte da praça Ramsés (Square Ramsés), local também da principal estação ferroviária do Cairo.

The colossal statue of Ramses II in Cairo Square was found in 1882 at the Great Temple of Ptah in Memphis, broken into several pieces. It was restored and placed on the square, near Cairo railway station in 1955...

Lado esquerdo: selo emitido em 1957 (Scott: 417, SG: 542). No centro: selo emitido em 1958 (SG: 558). Lado direito: selo emitido em 1959 (SG: 608). Os 3 selos tem legenda UAR, todos com valor facial de 10 milésimos e mostram Ramsés II.









Torre do Cairo

Foi construída na ilha do rio Nilo, El-Gezira, com tecnologia e materiais egípcios. Sua base é de granito rosa, de Assuã, o mesmo tipo de pedra empregada na construção dos obeliscos e templos dos faraós. Inaugurada em 11 de abril de 1961, este projeto foi pago pelos americanos em compensação a recusa de participação na construção da represa de Assuã. Tem 187 metros de altura, é 50 metros mais alta do que a grande pirâmide, e confere uma vista excelente do Cairo.

Do lado esquerdo, selo emitido em 1961 (SG: 657), com valor facial de 10 milésimos. No centro, selo aéreo emitido em 1961 (SG: 658), com valor facial de 50 milésimos. Ambos marcam a inauguração da Torre do Cairo. Do lado esquerdo, outro selo aéreo emitido em 1963 (SG: 758), com valor facial de 50 milésimos (marrom e azul) que mostra a Torre do Cairo vista por um arco...









Mesquita de Al-Mo’ayad ou Omayad

Localizada abaixo do portão Zuweila, com seus minaretes idênticos, foi construída em 1441, em homenagem aos mamelucos. Seus minaretes são os mais elegantes do Cairo...

Abaixo, série completa de selos regulares, com 17 valores em milésimos e legenda UAR, emitida em 1959/60 (Yvert : 456/465): mulher (1m), Mesquita Ahmed Ibn Toulon (2m), estátua (3m), incensório (4m), indústria (5m), Ramsés II (10m), Mesquita Omayad - selo ampliado ao lado (15m), vaso em forma de flor de lótus (20m), porta de São Simon (30m), navegação (35m), estátua do escriba accroupi (40m), universidade do Cairo (45m), símbolos (55m), barragem (60m), independência (100m), ruínas de Palmyre (200m) e rainha Nerfetit (500m)... Nota: não estão corretas as identificações de alguns selos, pois falta a cidade de Alep...






Mesquita de Mohamed Ali (Mahoma)
A grande Mesquita de Alabastro

Localiza-se na parte norte da cidadela de Saladino, e pode ser vista de qualquer parte do Cairo. Sua construção iniciou-se em 1830, pelo Vice-rei Mohammad Ali – considerado o fundador do Egito moderno e que governou o país entre 1805 até 1848. Destaca-se pela sua cúpula com 52 metros de altura, pelo seu revestimento externo e interno de mármore alabastro (alabaster), e por seus dois minaretes de 84 metros de altura. Tudo para atrair os fiéis para a oração cinco vezes ao dia, que compreende voltar-se para Meca e bendizer Alá. Nesse modelo de sociedade muçulmana, estas orações, valem apenas para os homens.

O relógio, presente do governo da França, destoa das cúpulas da cidadela de Saladino.

Mesquita Sultan Hassan (Sultan Hussein Mosque)

Localizada na rua St. Citadel, Cairo. Foi construída pelo Sultan Al-Nasser Hassan Ibn Mohamed Ibn Qalawoon, é uma obra rara da arquitetura islâmica. Também é uma escola dos quatro segmentos islâmicos.

Cartão-postal com vista do Cairo e Mesquita Sultão Hassan.



Selos sobre a Mesquita do Sultão Hassan.

Série de 6 valores emitida em 1953 (Scott: 331/336, SG: 423/428), 30m, 32m, 35m, 37m, 40m e 50 milésimos, cujos selos mostram a Mesquita Sultan Hussein, no Cairo. Dois selos foram obliterados em anos diferentes: 1955 e 1956.







Al-Matariyya

Na área nordeste do Cairo, num local chamado Matariya, existe uma relíquia sagrada, a “Árvore da Virgem” ou “Shagarat Mariam”, onde, em sua sombra, a Virgem Maria descansou quando carregou o Menino Jesus em sua fuga para o Egito. É mencionada na Bíblia como “On” e foi chamada de Heliópolis, “cidade do Sol”, pelos gregos e romanos. A história de Heliópolis data do terceiro milênio antes de Cristo, é uma das mais sagradas cidades do Egito.

Obelisco de Matariya: construído por Senusert, em 1700 a.C., é encontrado no subúrbio. Ele é um dos dois, que encontravam-se na entrada do famoso “Templo do Sol”, em Heliópolis, hoje, Ein Shams e Matariya.

Na área ao sul do Cairo, encontra-se a cidade de Babylon, que foi formada pelo Imperador da Pérsia, chamado Cambyses. Nesta área estão resquícios das primeiras comunidades cristãs do mundo.

A primeira capital Islâmica emergiu de um campo militar do líder Moslem, Amr Ibn El Aas. Ele construiu sua famosa mesquita e fundou a cidade de Fustat.

Mesquita de Amr Ibn Al-Aas: na região de Fustat, foi a primeira mesquita construída no Egito. Onde também funciona a mais velha Universidade Islâmica, que continua a passar sua mensagem através de nove séculos. É uma grande mesquita, simples, onde a arquitetura de diversas eras é representada.

Em 750 a cidade de Al-Askar, foi fundada ao norte de Fustat e ao norte desta Ahmed Ibn Touloun fundou a cidade de Al-Qatayeh, onde sua famosa mesquita está erguida. É a terceira mesquita construída no Egito. Se destaca pelas suas dimensões, por uma rica ornamentação, por seu minarete, que é único no Egito, e por suas escadas externas.

Do lado esquerdo, selo emitido em 1958 (SG: 554), com valor facial de 2 m. Do lado direito, selo emitido em 1959 (SG: 604), com valor facial de 2 milésimos. Ambos mostram a Mesquita Ahmed Ibn Toulon. Selo da série acima (1959/60 – Yvert : 456/465).






O comandante Jawhar Al-Saqally, mandou construir uma nova cidade para servir de quartel general militar e lugar real para o califa, que se chamou “Al-Qahira”. Mais tarde, Salah Al-Din (Saladin), herói das cruzadas, estabeleceu-se no Cairo e mandou construir um muro, uma fortaleza em volta desta cidade, em 1183, e também uma torre.

Mesquita de Al-Azhar

É a primeira mesquita Fatimide do Cairo. Situada na região central, ela é formada por um grupo de edificações erguidas por várias eras. A Universidade de Al-Azhar, é uma das mais velhas do mundo e onde funcionava a mais velha Universidade Islâmica. Ainda é uma escola de líderes políticos e de movimentos de reforma religiosa. De Al-Hakem e Al-Aqmar.

Série de 3 valores emitida em 1957 (Scott: 395/397, SG: 525/527): 10m, 15m e 20m. Millenary of Al-Azhar University – Unissued stamps of 1942 overprinted with the current Arabic year (1376).








Cartões-postais que mostram a Mesquita Khalil Bey (lado esquerdo) e a Mesquita Mania-Kor (lado direito), ambas no Cairo.






No distrito do velho Cairo estão a maioria das igrejas católicas antigas, acima das ruínas do forte de “Babylon”.

Igreja de Abu Serga, cuja história data do começo do século V, foi construída em estilo de basílica, acima da caverna na qual a “Sagrada Família” se refugiou.

Igreja de Al Mo’allaga foi construída no século V, em estilo de basílica, está localizada ao sul do portão do forte de “Babylon”. É rica em antiguidades do início da Era Cristã.

Igreja de Santa Bárbara foi construída no século V e restaurada no século X, contém um portal de madeira considerado uma obra rara de fino trabalho em madeira.

Igreja da Virgem, cuja história data do século VIII e contém peças valiosas.

Igreja Mar Guirguis foi construída em estilo de basílica sobre as ruínas de uma velha igreja. Sua construção tem um espaço raro datado do século XIII.

Catedral de São Marcos é a maior igreja da África, foi recentemente construída na região de Abbassia, em memória ao santo, o primeiro apóstolo a divulgar o Cristianismo no Egito. É considerada um exemplo do progresso da arquitetura.

domingo, 12 de janeiro de 2014

CASAMENTO MUÇULMANO E SUA TRADIÇÕES:




O Islão é muito mais que uma religião: suplementa os princípios de uma vida social ou política. O casamento muçulmano pode acontecer de diversas maneiras, dependendo da cultura e da região onde este é celebrado. As mulheres muçulmanas não podem casar fora da sua religião, embora os homens muçulmanos o possam fazer.
Tradições

Entre muçulmanos, é a família do noivo que procura uma noiva que considere adequada ao noivo.

Um casamento muçulmano é uma espécie de contrato entre o homem e a mulher e o seu guardião. Este contrato implica o pagamento de um valor, valor esse acordado pelas duas partes e pago pelo noivo na altura em que o contrato é feito. Este pagamento pode nem sempre ocorrer, caso as duas partes o decidam eliminar.

A noiva nem sempre está presente quando o contrato é feito, embora o seu pai ou guardião esteja presente. Caso a noiva não esteja presente, duas testemunhas perguntam à noiva se dá ao seu representante poderes para celebrar o contracto e se concorda com a quantia paga.

A oferta do casamento é feita pelo pai da noiva, ou pelo seu guardião. Segue-se uma aceitação feita pelo noivo, na presença de duas testemunhas muçulmanas. A noiva tem direito a receber a quantia referente ao contrato e fazer dela o que bem entender. O valor recebido poderá ser em dinheiro ou em géneros, e deverá ser especificada antes do noivo a dar à noiva.
Cerimónia de noivado - Mangni

O Mangni ou a cerimónia de noivado implica a troca de anéis. O traje da noiva para esta festa é oferecido pela família do noivo. O período de noivado dura cerca de três meses, e caso os noivos não se casem ao fim deste período, o contrato de casamento deverá ser renovado. Durante o noivado, a noiva só poderá estar na presença do seu noivo caso o seu pai ou irmão também estejam presentes.
Data

O calendário muçulmano ocorre segundo o ciclo lunar, por isso não há datas fixas para casamentos. Pode-se também casar a qualquer hora do dia. No entanto é proibido casar nos dias de Eid, que ocorrem depois do Ramadão, e do de Pilgrimage; também não pode acontecer um casamento no dia de Ashura que calha no nono ou décimo dia do primeiro mês do Islão.

Logo que se decida o dia do casamento, fala-se com o Íman da mosquita, devendo de seguida o noivo preparar o presente para a noiva, pois este é uma parte muito importante da cerimónia do casamento.
Celebrar

Qualquer homem que perceba as tradições do Islão poderá celebrar a cerimónia de casamento muçulmana, embora a mosquita tenha um oficial de serviço que usualmente o faz.
Convidados

Num casamento muçulmano podem comparecer convidados de todas as religiões. Embora os convidados devam ter em conta que não devem usar trajes decotados, ou reveladores do corpo.
A cerimónia - Manjha

A cerimónia do casamento implica que a noiva seja previamente envolvida numa massagem feita com uma pasta à base de açafrão. Isto acontece na casa da noiva, um a dois dias antes do casamento. A pasta é feita à base de açafrão, sândalo e óleo de jasmim, providenciado pela família do noivo. A noiva também é “tatuada” com henna.

Só as mulheres solteiras podem aplicar henna à noiva. As tatuagens henna são aplicadas nas suas mãos e pés. Depois desta cerimónia a noiva não sai de casa até ao dia do casamento. No dia do seu casamento, é-lhe oferecido o traje de casamento pela família do noivo. Ao noivo também é colocado um símbolo sob a forma de um sinal.
A procissão do noivo

No dia do casamento, é comum fazer-se uma procissão de amigos e familiares que acompanham o noivo de sua casa até ao local do casamento, embora o noivo possa ir de carro.
A chegada do noivo e dos convidados

A chegada do noivo ao local da cerimónia, é acompanhada por tambores e pelo som de mais alguns instrumentos musicais tradicionais. Na sua chegada, o noivo e o irmão da noiva trocam um copo de sherbet (uma bebida adocicada) e de dinheiro. As irmãs da noiva dão as boas-vindas aos convidados tocando-lhes com uma espécie de bastão decorado com flores.
A cerimónia do casamento - Nikah

Se não existir nenhuma área coberta especial, é erguida uma tenda para celebrar o casamento. Em algumas cerimónias muçulmanas, especialmente naquelas mais tradicionais, os homens e as mulheres sentam-se em locais distintos da cerimónia.

Antes de ser lida uma peça seleccionada do Corão, na presença de duas testemunhas muçulmanas, o sacerdote pergunta à noiva se esta está satisfeita com o acordo e se ela concorda em casar com o noivo. Ao noivo é feita a mesma questão.

As duas partes ouvem um sermão relativo ao casamento, feito por um oficial muçulmano. Não existem especificações especiais, a cerimónia do casamento depende muito de quem a celebra. Alguns sacerdotes recitam o primeiro capítulo do Corão, e fazem a bênção.

O casamento é registado. É assinado primeiro pelo noivo e por duas testemunhas. A noiva assina de seguida. Os documentos do casamento são preenchidos na mesquita. O noivo é levado para o lado das mulheres. Ele oferece dinheiro e presentes às irmãs da noiva. O noivo recebe a bênção das mulheres mais velhas da família e cumprimenta-as.

Pode-se atirar confetis à noiva, só que é mais tradicional atirar moedas, pois este gesto é mais antigo.

Segue-se um jantar, que é servido separadamente a mulheres e a homens. A família do noivo festeja à parte.

Depois da primeira refeição, o noivo e a noiva sentam-se juntos e um grande lenço é usado para cobrir as suas cabeças enquanto o sacerdote e os noivos fazem algumas orações. O Corão é mantido entre eles e é-lhes permitido ver-se um ao outro através do reflexo de espelhos. Diversos doces e frutos secos, são servidos aos convidados.
Primeira noite

O noivo passa a noite na casa da noiva, num quarto separado desta, junto com um irmão mais velho da noiva. Na manhã seguinte é-lhe dado roupas, dinheiro e presentes pelos pais da noiva. Na tarde seguinte, os seus familiares acompanham os noivos à sua casa.
A cerimónia Rukhsat

Na casa dos noivos, a saída do pai da noiva é feita com o pai da noiva a entregar a mão da sua filha ao noivo e pedindo-lhe para a proteger para sempre. Dão-se as despedidas finais.

Outra tradição que pode acontecer, é quando a noiva entra na sua nova casa, a sua sogra segura o Corão sobre a noiva e sobre o noivo. Quatro dias depois do casamento a noiva é levada para a casa dos seus pais. A recepção do casamento acontece quando o noivo leva a noiva e a sua família de volta para uma recepção dada pela sua família. É aqui que as duas famílias se tornam numa só.
Presentes

Os presentes são trocados entre a família do noivo e da noiva antes e depois do casamento.
Trajes

Num casamento muçulmano o vermelho cereja é a cor de eleição para o vestido da noiva. A noiva é adornada com flores e jóias. Cobrir a cabeça com um véu é sinal de respeito. O comprimento do véu pode variar, não cobre só a cabeça mas também os ombros, indo quase até à linha da cintura.

O preparar da noiva pode durar dias, sendo a noiva “embrulhada ”pelo vestido. O vestido usado com o véu é colocado numa ponta na cintura da noiva, e enrolado à volta do corpo caindo a ponta final sobre o ombro. Este vestido é usualmente feito de seda e adornado com um belo padrão. O centro do véu é usado para cobrir a cabeça e as suas pontas são colocadas por debaixo dos braços e metidas no restante vestido.

O noivo pode usar um fato de seda brocada e um turbante como fato de casamento.

A noiva Árabe usa um tradicional vestido branco e véu tal como num casamento cristão, embora os seus pés e mão sejam cobertos com henna. O noivo usa uma roupa simples tradicional ou um fato ocidental, ou mesmo uma combinação dos dois.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

DEUS GANESHA:






No hinduísmo, Ganexa ou Ganesha ou "senhor dos obstáculos, Ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e o esposo de Buddhi e Siddhi. Ele é chamado também de Vinayaka em Kannada, Malayalam e Marathi, Vinayagar e Pillayar (em tâmil), e Vinayakudu em Telugu. Ganesha é considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato. É habitualmente representado sentado, com uma perna levantada e curvada por cima da outra. Em geral, antepõe-se ao seu nome o título Hindu de respeito 'Shri' ou Sri.
Ganesha é o símbolo das soluções lógicas e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante; ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos". Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.
O culto de Ganesha é amplamente difundido, mesmo fora da Índia. Seus devotos são chamados Ganapatyas.
Ganesha é o som primordial, OM, do qual todos os hinos nasceram. Quando Shakti (Energia) e Shiva (Matéria) se encontram, ambos o Som (Ganesha) e a Luz (Skanda) nascem. Ele representa o perfeito equilíbrio entre força e bondade, poder e beleza. Ele também simboliza as capacidades discriminativas que provê a habilidade de perceber a distinção entre verdade e ilusão, o real e o irreal.
De acordo às estritas regras da iconografia Hindu, as figuras de Ganesha com somente duas mãos são tabu. Por isso, as figuras de Ganesha são vistas habitualmente com quatro mãos que significam sua divindade. Algumas figuras podem ter seis, outras oito, algumas dez, algumas doze e outras catorze mãos, cada uma carregando um símbolo que difere dos símbolos nas outras mãos, havendo aproximadamente cinquenta e sete símbolos no total, segundo alguns estudiosos.
A imagem de Ganesha é composta de quatro animais, homem, elefante, serpente e o rato. Eles contribuem para formar a imagem. Todos eles individual e coletivamente tem profunda significância simbólica.
Retirado do Blog: Area das Bruxas.

LUZ DO ISLAM - TERMÔMETRO DA FÉ:

sábado, 23 de novembro de 2013

MATA HARI:







Mata Hari (1876 - 1917) foi uma dançarina exótica e cortesã holandesa. No auge de sua fama, em Paris, ela era famosa e desejada em toda a Europa. Mas, sua vida terminou em tragédia, pois os franceses a acusaram de espionagem e a executaram durante a Primeira Guerra Mundial.
Vida de Mata Hari

Margaretha Geertruida Zelle (nome real de Mata Hari) nasceu em Leeuwarden. Após um casamento fracassado, decidiu se mudar para Paris. Em pouco tempo, ela se tornou uma das dançarinas mais procuradas. Ela se apresentou nas principais cidades da Europa.

Como cortesã, ela manteve relacionamentos com oficiais de alto escalão, políticos e outras pessoas influentes. Esses contatos, somados ao fato de que ela era holandesa (e, portanto, podia cruzar fronteiras livremente na Primeira Guerra Mundial) gerou suspeitas. Os franceses prenderam Mata Hari e a acusaram de espionagem em 1917. Embora não houvesse provas reais, ela foi condenada e fuzilada.
Museu Fries em Leeuwarden

Caso queira saber mais sobre a história de Mata Hari, visite o Museu Fries, em Leeuwarden. O museu tem uma sala dedicada à famosa Mata Hari. Sua história inspirou muitos cineastas, e sua vida é um símbolo do declínio da Europa na época.

domingo, 27 de outubro de 2013

MISTÉRIO DE AFRODITE:









Na terra do sol


Uma pérola negra


Brilha perto do mar.


Olha a água


Com olhos grandes como o coração,


Com o coração grande como o oceano.




O vermelho do pôr do sol,






A cor da rosa da madrugada


Levam seu olhar bem longe


A té as noites do branco


Inverno da Europa.






A água é um mistério de Afrodite.






Mas seu olhar tão longe


Tem um segredo,


T ão íntimo, esotérico,


É um segredo


Sob o signo do Escorpião.






A água é um mistério de Afrodite.






A noite azul chega aos Trópicos


E desvela as estrelas,


Reflexos de luz





Do outro lado do mar.


Queima como fogo


A saudade do futuro


O Oceano chora


Num universo de paixão.


Chegam vento e nuvens,


Pelos olhos da pérola negra


Caem lágrimas de puro amor.


A água é um mistério de Afrodite.










Compositor: Teresa Salgueiro

http://poesiasmisticaseesotericas.blogspot.com/